Jadson, Fernandinho, William, Fabrício, Leandro Lima, Mineiro, Tinga, Castroman, Jancarlos, Urrutia, Patrick, Dátolo, Everton Santos e Eduardo Ratinho. Quatorze jogadores. Esta era a lista completa de reforços pedidos pelo técnico Renato Gaúcho, incluindo segundas e terceiras opções para o caso de as investidas nas prioridades darem n’água. Destes, apenas Everton e Ratinho acertaram. Urrutia espera a liberação da LDU e é aguardado nas Laranjeiras na quinta-feira, e Patrick, do Brasiliense, é o plano C da lateral direita.
- Falei com o Urrutia nesta manhã e ele disse que, por ele, já estaria aqui. Falta uma pequena questão a ser resolvida com a LDU e a expectativa é que ele possa estar conosco na quinta. Vamos ver se dá tudo certo – torce Branco.
O último “não” ouvido pelo coordenador de futebol tricolor foi do Porto, ex-clube de Branco, que recusou-se a emprestar o habilidoso meia Leandro Lima para o Flu.
- Eles não quiseram liberar o jogador porque o desejo deles é que o Leandro continue no futebol europeu para se adaptar – explica.
Em relação a Dátolo, o dirigente mudou o discurso após o treino. De madrugada, quando voltou ao Brasil, Branco estava pessimista quanto à contratação do meia do Boca Juniors.
- Nossos representantes estão na Argentina e poderemos ter surpresas quanto a esta negociação – afirmou sem muita convicção.
Branco também se mostrou surpreso com a atitude do empresário de Jancarlos, Paulo Thebald. Nas entrelinhas, o dirigente deixou claro que o representante do jogador tentou ganhar mais R$ 1,2 milhão na negociação.
- Ele falou que o Jancarlos só viria se recebesse este dinheiro, queria que o Fluminense quitasse a tal dívida. Então, entrei em contato com o João Paulo (de Jesus Lopes, diretor do São Paulo), que me ofereceu o contrato do jogador e não tinha dívida nenhuma. É bom isso ficar claro logo de uma vez. Fica difícil negociar assim – disparou.
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