No Brasileirão do ano passado, o jogo contra o São Paulo marcou a volta de milhares de bandeirinhas tricolores ao Maracanã e ficou conhecido, entre a torcida, como o ‘Jogo das Bandeiras’. No da Libertadores, neste ano, um tabu de 40 anos foi quebrado (o Flu não vencia o São Paulo por dois gols de diferença no estádio desde 1968) e, numa vitória épica, o Tricolor passou às semifinais da competição com um gol heróico de Washington e uma festa incrível da torcida tricolor.
No jogo desta quarta, porém, a situação será diferente. Em vez dos mais de 80 mil presentes na partida da Libertadores, a expectativa é de um público em torno dos 10 mil pagantes. E na arquibancada, em vez de milhares de bandeiras tricolores e gritos de incentivo, velas, camisas pretas, caixões, crucifixos e faixas de protesto se farão presentes. A iniciativa é de Leandro Campinho, líder de umas das principais torcidas organizadas do clube.
- Levaremos estandartes com as frases “Diretor cambista”, em homenagem ao Carlos Henrique e a tudo o que ele aprontou, “Técnico humorista” e “Time sem-vergonha”, estas não precisa nem dizer o porquê, né? E caixões para enterrar Rafael, Carlinhos, Fabinho, Romeu, Ygor, Carlinhos e Renato, pois do jeito que está, não dá – diz Leandro.
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